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O pequi é nosso, o Cerrado foi sequestrado

Enquanto Caiado fica nesta briga para saber se o pequi é de Goiás ou de Minas Gerais, eu digo: o pequi é do Brasil inteiro. Tem pequi no Tocantins, na Bahia, no Piauí, no Ceará, no Mato Grosso. Ao invés de ficar nesta conversa fiada sobre o pequi, Caiado e o seu colega mineiro Romeu Zema tinham é que cuidar do que sobrou do Cerrado.

Sem Cerrado não tem pequi.

Estes dois sujeitos deveriam “tomar tento” e mobilizar as bancadas federais de Goiás e Minas Gerais para aprovar projeto que está parado há mais de 20 anos na Câmara Federal e torna o Cerrado e a Caatinga patrimônio do povo nacional.

De resto, esta conversinha de  de capital do Cerrado, Terra do Pequi e Planeta dos Macacos é tudo a mesma enrolação.

Confira:

 

PEC transforma Cerrado e Caatinga em patrimônio nacional

 

 

 

 

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Dória ganha a ‘queda do braço’

Brasileiro faz piada de tudo e no Instagram já estão perguntado: “Bolsonaro vai tomar no braço, ou no bumbum a  vacina chinesa”?

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Goiânia merece o legado humanista de Maguito na sua administração

Maguito apresenta ao presidente FHC o programa do governo de Goiás de coação de cestas de alimentos às famílias necessitadas do Estado

A covid19 já ceifou a vida de 206 mil brasileiros.

Nenhum deles é uma estatística.

São homens e mulheres de carne e osso. Todos tem nome, sobrenome, pais, filhos, amigos, pessoas que os amavam.

Um destes mortos foi o ex-governador e prefeito de Goiânia Maguito Vilela.

Maguito se foi, mas deixou um legado.

Melhor se não tivesse ido. Melhor se estivesse aqui.

Maguito era simples, mas de grandes gestos. 1994: o Brasil passava fome. Um homem esquelético, pálido, franzino se pôs às ruas com a Campanha Contra a Fome e Pela Vida. Seu nome Hebert de Souza, o Betinho, “irmão do Henfil”, como cantou a saudosa Elis Regina.

Maguito ouviu seu grito, e no último debate do primeiro turno naquela campanha de 1994 que o levaria ao governo, ele se comprometeu: “Se eleito governador vou criar um programa para distribuir cestas de alimentos a quem tem fome”.

Foi eleito e cumpriu a promessa: Criou a Secretaria de Solidariedade Humana, tendo o fiel escudeiro, Euler de Morais para tocar a pasta.

Goiás e o Brasil estão de novo às voltas com o fantasma da fome. O desemprego está devolvendo à miséria 30 milhões de brasileiros, muitos deles, aqui em Goiás.

Maguito enxergou isto. Na campanha ele manifestou sua preocupação. Lançou a ideia do IPTU social e chegou a falar da necessidade de alimentar as famílias atingidas pela violência da pandemia do coronavírus e pela injustiça do desemprego.

Goiânia merece fazer jus ao legado deste humanista.

Iris gostava de asfalto? O povo também, afinal, ninguém quer morar na poeira.

Maguito gostava de gente. Maguito não doou somente cestas de alimentos, botijões de gás, leite e pão, lotes, casas populares e fez a regularização da Terra Kalunga. Maguito deu dignidade ao povo.

O prefeito Rogério Cruz tem o desafio de manter esta chama acesa. E ele tem as ferramentas à mão. O secretariado escolhido por Maguito Vilela tem homens e mulheres experientes. O povo deu o recado nas urnas. Elegeu Maguito mesmo estando ele na UTI no distante Albert Einstein em São Paulo.

O povo disse o que quer: um governo humano, uma gestão que olhe para as necessidades imediatas da sobrevivência.

Há fome nas periferias.

Há ônibus que não chegam, ou, que quando chegam, humilham os pobres com 60, 90 minutos de atraso.

O povo quer pão. Quer emprego. Quer o direito de ir e vir. Quer o direito a um teto.  O povo quer ser tratado como cidadão.

Maguito deve estar olhando por nós, esperançoso ao lado de Betinho, rindo, fazendo resenha com Cocá, vendo se o amigo e ex-dirigente esportivo consegue escalar Maradona no time deles para o próximo rachão lá do céu.

Deus te guie Maguito, para que sua luz se junte a Dele e ilumine a todos nós.

 

Veja também: Entrevista de Maguito no Roda Viva em 1997:

Maguito Vilela

13/1/1997 – Roda Viva

O então governador de Goiás explica por que é contra a reeleição e fala dos programas sociais que empreendeu em seu estado e que elevaram seu índice de aprovação pela população

 

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As sete filhas de dona Chiquinha

Mulheres fortes, altivas, de caráter. Artigo em homenagem ao Dia da Mulher conta a história de uma família cujas mulheres enfrentaram o machismo de seus maridos e o preconceito da sociedade nos anos 1940, 1950 e 1960 e da necessidade dos homens saírem do pensamento do século XIX para pôr os pés no século XXI.