Da série: “Esqueçam o que eu disse” – FHC e Bornhausen sobre Arruda…

Recordar é viver. FHC (e Serra) queriam Arruda na vice-presidência

A presidenta Dilma Roussef (PT) definiu claramente as bases de seu governo: combate à miséria, combate ao desemprego, garantia de continuidade ao crescimento econômico e austeridade nos gastos públicos. Tudo veio ao seu tempo. Primeiro, ao lançar o slogan da sua administração: “País rico é país sem miséria”, reafirmou os compromissos da administração anterior – do presidente Lula -, com os excluídos.

Os estudantes de economia e os donos de mercearia sabem que o combate a desigualdade social, iniciado em 2003, rede benefícios a toda cadeia produtiva, aja vista a ascensão de mais de 30 milhões de brasileiros à classe média. O controle rígido sobre os gastos ficou exposto nos ajustes que estão sendo feitos, paulatinamente nos ministérios onde foram indentificados necessidade de corrigir rumos – leia-se Transporte, Agricultura, Turismo.

O corte de 0,50 pontos dos  juros na taxa Selic, mostra afinação na equipe econômica, onde o Ministério da Fazenda e o Banco Central trabalham com a mesma meta: garantir o crescimento econômico, com controle da inflação, geração de emprego e defesa da moeda. Não se trata, como muitos querem dizer, de “uma guinada”, do Banco Central. A coerência do BC está mantida, pois desde 2008 – ainda sob a batuta do goiano Henrique Meirelles -, o Banco Central também atuou nas medidas anti-cíclicas que defenderam o Real da crise que abateu os Estados Unidos e a Zona do Euro na Europa. Defender o Real de uma desvalorização, proteger o câmbio com o taxamento ao capital especulativo é o que há de mais correto. A a taxa de 2% sobre o capital estrangeiro que entrar no País para aplicações em renda fixa e ações, visa evitar uma valorização exagerada do real e a criação de uma bolha decorrente do excesso de liquidez internacional.

Os setores mais radicalizados da oposição continuam a insistir no discurso da faxina ética e no combate à corrupção. Vale lembrar que políticas sociais estes setores avalizaram, ao seu tempo à frente da presidência da República, e em quais líderes políticos fizeram suas apostas. Nunca é demais lembrar que o país desigual, com o maior nível de concentração de renda e economia aberta ao capital especulativo é fruto daqueles que hoje criticam a queda na taxa de juros e os ajustes feitos pela dupla Mantega-Tombini.

 

 

 

 

 

 

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