Luiz Eduardo Greenhalgh, ex-presidente do Comitê da Anistia esteve em Rio Verde e lembrou o assassinato do casal Marcio Beck e Maria Augusta Thomaz pelas forças da repressão no dia 17/05/1973
Luiz Eduardo Greenhalgh, ex-presidente do Comitê da Anistia esteve em Rio Verde e lembrou o assassinato do casal Marcio Beck e Maria Augusta Thomaz pelas forças da repressão no dia 17/05/1973
De bem com o eleitor e com problemas com a sua base de sustentação. Esta é a realidade do prefeito de Rio Verde, Juracy Martins(PSD). com aprovação em alta, o prefeito vê uma guerra fratricida pela sua vice.
O primeiro grampo ninguém esquece. Gravações em poder do Supremo Tribunal Federal (STF) indicam que o vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), montou esquema de compra de apoio político para garantir sua eleição, em 2006. Os diálogos, foram publicados pelo jornal Estado de S.Paulo em 28 de janeiro de 2010. A matéria é assinada por Rodrigo [...]
Passados um ano e cinco meses, e muitos banhos de cachoeira depois, fica a pergunta para o eleitor que escolheu Marconi Perillo como governador: valeu a pena? As dúvidas estão no ar. Qual é a extensão da influência do grupo do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, no governo de Marconi Perillo? Segundo o [...]
Em seu blog, o jornalista Luis Nassif analisa: “Ao não encaminhar as denúncias contra o senador Demóstenes Torres ao STF, o Procurador geral Roberto Gurgel permitiu a eleição de Demóstenes, de Marconi Perillo, atrapalhou as investigações na Operação Monte Carlo e deu uma sobrevida à organização criminosa”.
Luiz Eduardo Greenhalgh, ex-presidente do Comitê da Anistia esteve em Rio Verde e lembrou o assassinato do casal Marcio Beck e Maria Augusta Thomaz pelas forças da repressão no dia 17/05/1973
De bem com o eleitor e com problemas com a sua base de sustentação. Esta é a realidade do prefeito de Rio Verde, Juracy Martins(PSD). com aprovação em alta, o prefeito vê uma guerra fratricida pela sua vice.
Passados um ano e cinco meses, e muitos banhos de cachoeira depois, fica a pergunta para o eleitor que escolheu Marconi Perillo como governador: valeu a pena?
As dúvidas estão no ar. Qual é a extensão da influência do grupo do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, no governo de Marconi Perillo? Segundo o líder do PT na Assembléia Legislativa, Luis Cesar Bueno, “o governo de Goiás foi loteado por Marconi entre aqueles que pagaram a sua campanha”.
Em seu blog, o jornalista Luis Nassif analisa: “Ao não encaminhar as denúncias contra o senador Demóstenes Torres ao STF, o Procurador geral Roberto Gurgel permitiu a eleição de Demóstenes, de Marconi Perillo, atrapalhou as investigações na Operação Monte Carlo e deu uma sobrevida à organização criminosa”.
Em julgamento ocorrido na terça-feira (8/5), a 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região confirmou liminar suspendendo a convocação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento como testemunha em processo “filho” da Ação Penal que corre no Supremo Tribunal Federal, sobre o esquema do mensalão. Na votação, porém, o que chamou a atenção não foi o bem fundamentado voto do relator, desembargador Messod Azulay Neto, mas seu desabafo a respeito da convocação do ex-presidente para depor. A matéria é de Marcelo Auler do Consultor Jurídico.
Petistas fazem encontros em treze micro-regiões do Estado e denunciam os males do marconismo para Goiás.
Em entrevista ao Consultor Jurídico (ConJur), o deputado federal João Paulo Cunha descarta qualquer comparação do processo em que ele é réu com o recente escândalo que envolve o senador Demóstenes Torres e o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Segundo ele, ninguém no seu partido é acusado de utilizar dinheiro público para enriquecimento pessoal. A matéria é Marcos de Vasconcelos.
Um libelo ao autoritarismo e a intolerância a nota emitida pelo governo de Marconi Perillo (PSDB) contra a cobertura feita pelo jornal O Popular e pela TV Anhanguera dos acontecimentos que assolam Goiás. Ao invés de produzir a resposta às dúvidas da população, o gesto suscitou novas indagações. Afinal, o que o governo teme?
Numa análise precisa, corroborada com fatos comprovados o jornalista Luis Nassif defende que a CPI do Cachoeira seja também a CPI da Veja, para que o Brasil tome conhecimento do concluio da maior revista do país com o crime organizado.